Descanso..

20120616-094410.jpg

Pessoal,

Como dito antes, estou de férias na Califórnia! Achei que daria tempo de postar daqui, mas a realidade é que está muito corrido!

Para não fazer os posts “mais ou menos”, acho melhor eu parar por duas semanas e voltamos no dia 30 de junho com muitas novidades! Ok?

Obrigada!

Tata

Um lugar ao sol: fumantes

Apesar da lei anti-fumo, ainda há lugares em SP que os fumantes podem comer e beber sem precisar levantar, se optarem por uma mesa na varanda, ou na calçada!

Segue a lista de bares e restaurantes:

  • Bar do Arnesto – Bar-boteco do Itaim, aos sábados tem feijoada com grupo de samba, famoso pelo extenso e variado cardápio de cachaças. http://bardoarnesto.com.br/
  • Bistrô Charlô – Como muitos bistrôs de SP, aumentou seu cardápio e serve pratos variados, além de alguns tradicionais franceses, fica na Rua Barão de Capanema.  http://www.charlo.com.br/bistro.htm
  • Bar des Arts – Espaço amplo, arejado e bonito, da mesma rede dos buffets Leopolldo, serve almoço self service e jantar a la carte. http://www.bardesarts.com.br/
  • Lupercio – Restaurante lindinho no Jardins, comida ótima e muita varanda. http://luperciorestaurante.com.br/
  • Pé de Manga – Localizado na Vila Madalena, tem um pátio enorme, as mesas ficam dispostas em volta de um pé de manga, super agradável, batemos cartão lá! http://www.pedemanga.com.br/home.html
  • Pirajá – No melhor estilo bar carioca, o Pirajá é famoso pelas caipirinhas e porções, fica na Av. Brigadeiro Faria Lima. http://www.piraja.com.br/
  • Quintal – Um casarão antigo, no coração do Higienópolis, com jardim extenso e árvores centenárias. Aos finais de semana tem música ao vivo. http://quintalbarerestaurante.com.br/
  • Fidel – Restaurante com ampla e bonita varanda, possui 40 lugares para fumantes. Praça São Marcos, 825. http://www.fidel.com.br

Na foto: Jim Parsons, o famoso Sheldon Cooper!

Love Songs


No melhor clima “dia dos namorados”, podemos falar das mais cafoninhas que eu sei que todo mundo tem suas preferidas né?

Uma playlist com as minhas românticas do coração!

  • Cat Power – Metal Heart (minha preferida dela)
  • Nando Reis – Luz dos olhos (linda, linda)
  • Maroon 5 – Sweetest goodbye
  • Artic Monkeys – Baby I´m yours (já falei dela aqui, adoro)
  • Travis – Pipe dreams
  • Cassia Eller & Nando Reis – Relicário
  • Belle & Sebastian – If she wants me
  • Beatles – Something (clássica)
  • Zeca Baleiro – Quase nada
  • Cat Power – Could we
  • Air – Playground love
  • Los Hermanos – Sentimental

E vocês qual as preferidas de amor?

Na foto Charles Chaplin e Helen Keller, do awesome people.

Transports à Paris

20120612-062347.jpg

Bonjour!

Como um bom brasileiro, acordei cedo e fui jogar futebol um tanto quanto longe de casa, zona 3 (fora de Paris) o famoso banlieu parisiense (periferia, no sentido apenas periférico da palavra).

Essa “viagem” já que para isso tive que pegar um metro e um trem durou 45 – 50 minutos, poderia até pegar um ônibus, mas acabei andando os 15 minutos que faltavam para chegar numa das cidades que entornam Paris.

Aliás muito simpática a ville de Cauchan.

O título seguido da foto é a minha satisfação e agradecimento com o transporte por aqui, e como um bom transporte público numa cidade populosa pode fazer diferença. Paris é 15 vezes menor que São Paulo (isso, QUINZE), e possui uma das maiores malhas de transporte público do mundo.

Sujo, feio e simples eu sei, como costuma adjetivar os turistas que passam por aqui, mas eu não to nem ai, aproveito e muito bem dessa sujeira que simplesmente me leva para todos os lugares sem algum problema. O metro faz parte da cidade e está enraizada nas pessoas. Comunicamos-nos e vivemos socialmente com o total suporte do transporte público, posso dizer que por aqui, temos um problema a menos!

Como curiosidade, eu moro na linha 12 (verde, no norte, no metro Jules Joffrin), Champs Elysees e Arco do Triunfo ficam na linha 1 (amarela), torre Eiffel na linha 6 (verde) Bir-Hakeim , Notre Dame na linha 4 (roxa) Cité. Além de outros monumentos que por aqui são espalhados quase por cada canto.

Ah, ainda esqueci de falar que tudo isso pode ser feito de bicicleta pelo prático Velib. Mas isso fica para outro dia.

A bientôt!
Filipe

Feliz dia dos namorados

Aproveitem, ao lado de quem vocês amam, seja seus namorados, maridos, companheiros, noivos. Prepare um jantar, escolhe uma lugar legal, escreva um bilhete, compre uma lembrancinha, combine uma viagem. Porque um pouco de romance nunca é demais!

Aproveito para deixar um texto que eu adoro! Li aqui, mais um blog da TPM que eu adoro!!

A falta que eu não sentia

Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.

Eu estava na melhor fase da vida. Tinha certeza do que queria, procurava um trabalho, estava bem comigo, com minha mente, com meu corpo, com meus sonhos. Não precisava de mais ninguém, não sentia falta de nada, nem mesmo de mim. Eu me tinha. Me curtia. Gostava da minha companhia.

Quando era mais nova deitava a cabeça no travesseiro e ficava pensando em encontrar alguém até pegar no sono. Queria tanto um amor. Um homem que me amasse, que desse risada comigo, que gostasse das mesmas músicas que eu, que não achasse bobagem meu choro nos filmes água com açúcar, que me apoiasse e me desse a mão para andar pelas ruas. Então, um belo dia eu ia casar com ele. Ia descer as escadas da casa dos meus pais vestida de noiva. Ia casar, morar numa casa bonita, ter um cachorro e um filho. E ia ser feliz pra sempre, que nem nos livros.

Então eu cresci. Cresci sem me dar conta que tinha crescido, que tinha virado uma mulher. Porque nem sempre a gente se porta como tal. Por medo, insegurança e covardia. Às vezes dá vontade de ser aquela eterna menina que na hora do aperto corre para os braços da mãe. Cresci correndo para os braços da minha mãe e pensei que mal tem? Adulto pode sentir medo, sim. Adulto só não pode fugir. Porque a gente tem que ser firme e atravessar cada obstáculo.

Você chegou tão suave. Foi devagar, sem que eu tivesse tempo de pensar ou fazer conjecturas malucas. Chegou sincero. E me deu a certeza de que quando alguém te quer faz de tudo pra te conquistar. Eu, que era expert em lidar com cafajestes, fiquei com o pé atrás. Não sabia se aquilo tudo ia pra frente ou se era só mais uma curtição. Então, mais uma vez, percebi que eu estava na melhor época. E vi que não sentia falta de nada.

Quando a gente se conheceu me deu um embrulho no estômago. Depois, fui me acalmando. Aos poucos, as coisas foram entrando nos eixos. Você segurou a minha mão, me beijou, te abracei, você beijou a minha testa. E ali selamos alguma coisa que eu não sabia o que era. Naquele momento, surgiu a cumplicidade. E uma vontade enorme de que o tempo parasse por alguns segundos. Minutos. Horas. Dias. Meses. Anos. Daquele dia em diante, nunca mais nos separamos. Daquele dia em diante, fomos nos conhecendo através de emails longos que falavam do passado. Daquele dia em diante, várias conversas falavam do presente. E muitos beijos anunciavam um futuro que nos esperava de braços abertos.

Comecei a perceber que eu não me conhecia tanto assim, pois quando você chegou descobri que faltava tudo. Encontrei e reencontrei pedaços meus. Me vi em seus olhos, em seus abraços, em suas palavras. Me vi de novas formas. Formas tão boas. Formas tão minhas, tão suas. Descobri que posso muito mais do que imagino. E que nunca vai faltar um abraço para me acolher, um apoio para me encorajar, um carinho para me encontrar.

Já passamos por tanta coisa juntos. Isso faz com que nosso amor fique mais e mais bonito. Mais e mais forte. Mais e mais sereno. Porque o amor não é gritaria, é silêncio. Não é gargalhada, é sorriso. Não é rock, é bossa nova.

Hoje, quando deito a cabeça no travesseiro, sinto seus braços me envolvendo. E eu nem preciso pensar em nada para pegar no sono. Ele vem de forma natural. Porque não me falta mais nada.

Minhas mães e meus pais

decidiram ter os filhos através de inseminação artificial. Ao completar 18 anos, os Joni e Laser, são filhos de Nic e Jules, duas mulheres casadas há 20 anos, que filhos vão atrás do homem que doou o esperma para que eles fossem concebidos.

A partir daí, a família moderna que lidava bem com a situação e parecia bem estruturada, começa a mostrar seus problemas e dilemas. Filme bacana, com alguns diálogos legais e partes engraçadas. Mas nada demais…

Catupiry Sofisticado

Minha mãe me ensinou essa receita, super fácil, nada muito elaborado, mas ótima para servir! Todo mundo adora!

  • 1 caixa redonda de Catupiry
  • 5 dentes de alho picados
  • 1/4 cebola picada
  • Cebolinha verde picada
  • 5 colheres de sopa de azeite

Desenforme o catupiry em um prato (o que você vai servir) e faça furos com um garfo. Esquente bem o azeite em uma panela, misture com o alho, a cebola e a cebolinha, despeje em cima do catupiry. Coloque a tampa novamente, não precisa (encaixar direito, é só para abafar) e aguarde uns minutos. Pronto, o queijo fica mais macio e super saboroso, pode servir com torradinhas!

Uma dica legal também é utilizar a receita do molho pesto que já falei aqui, com bastante azeite para despejar em cima do catupiry.